quarta-feira, 10 de setembro de 2014

POLÍTICA: NO GOVERNO DE MARINA, BINHO MARQUES É COTADO PARA ASSUMIR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Amigo de Marina Silva, o ex-governador petista do Acre, Binho Marques começa a ser cotado para assumir o Ministério da Educação em um possível governo da candidata à Presidência do PSB. A informação é do colunista Leandro Mazzini, da Coluna Esplanada, que é reproduzida em vários jornais do país.
Segundo o colunista “mal Marina Silva (PSB) subiu nas pesquisas e ameaça a liderança da presidente Dilma (PT), aliados já esboçam ministeriáveis para neosocialista. Entre os nomes, Neca Setúbal para a Cultura, e o petista Binho Marques para a Educação. Aliás, Marques, ex-governador do Acre, sumido da política, faz doutorado”, diz o colunista.
Membro do governo Dilma Rousseff, o petista Binho Marques chefia a Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC, mas nunca escondeu de ninguém sua amizade e ligação com Marina Silva.
Em outra nota intitulada “dupla do barulho”, o jornalista chama atenção para os irmãos Jorge e Sebastião Viana, segundo ele desprezados por parte da cúpula de políticos do país, mas que agora estão no centro dos holofotes por causa da ligação que possuem com Marina, embora cabos eleitorais de Dilma Rousseff. Ainda segundo Leandro Manzzini, “o senador Jorge Viana também surge na lista extraoficial de ministeriáveis”.
“Brasília passou a procurar – e a bajular – os irmãos Tião (governador) e Jorge Viana (senador), do Acre, pela proximidade que ambos têm com Marina. Eles hoje são Dilma, mas… Marina é aliadíssima da dupla no Estado.
A afirmação sobre Jorge Viana, ainda que especulativa, coloca o senador petista em maus lençóis, já que além de ser do PT, hoje partido rival de Marina, Viana coordena no Acre a campanha da presidente Dilma Rousseff, que no nunca foi bem votada no Estado.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

JORDÃO: FESTIVAL MAXI MANI 2014

Kézio Araújo, do Blog Fala Jordão - falajordao@gmail.com
A prefeitura de Jordão realizará no próximo final de semana o Festival Maxi Mani 2014. Recebendo nominação indígena, esta é a primeira edição mista de um festival que resgata o festejo da banana, e une às atividades do verão.
Durante os dias 12, 13 e 14, as praias da cidade deverão ficar bastante movimentadas por banhistas do município e visitantes. Muita música, atividades culturais e esportivas marcarão o evento. 
Já estão confirmadas as seguintes atrações:

domingo, 7 de setembro de 2014

VOX POPULI DIVULGA: TIÃO VIANA TEM 48% DAS INTENÇÕES DE VOTO

Uma pesquisa do instituto Vox Populi divulgada durante o final de semana, no jornal A Gazeta, mostra que governador de Acre, Sebastião Viana (PT), seria reeleito no primeiro turno. O petista tem 48% das intenções de voto. Tião Bocalom (DEM) aparece em segundo, com 18%. Márcio Bittar (PSDB) é o terceiro com 17% e Antônio Rocha (PSOL) é o quatro colocado, com 1%.
Segundo o jornal A Gazeta, a pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral no dia 29 de agosto, sob o número BR-00510/2014. A margem de erro é de 2,5% para mais ou para menos. A margem de confiança é de 95%. Sebastião Viana teria 48%; Tião Bocalom 18%; Márcio Bittar 17%; Antônio Rocha 1%; brancos/nulos 5% e não souberam ou não quiseram opinar 10%.
Essa é a segunda pesquisa do Vox Populi para o governo do Acre realizada nesta eleição. Segundo os número dos instituto de pesquisa, Sebastião Viana mantém uma larga vantagem para Bocalom e Márcio Bittar, que estariam empatados tecnicamente. O Vox Populi divulgou ainda os número da disputa pela vaga no Senado, entre Gladson Cameli (PP) e Perpétua Almeida (PCdoB).
No cenário da disputa pelo Senado, o deputado federal Gladson Cameli ultrapassou a deputada federal perpétua Almeida, colocando uma confortável margem de 8 pontos percentuais. Gladson Cameli aparece com 40%; Perpétua Almeida 32%; Roberto Duarte, com 3% e Fortunato Martins 2%. Mesmo com a margem de erro de 2,5%, Cameli venceria a eleição deste ano.
Na briga pela vaga no Senado, brancos e nulos somam 5%, não sabem ou preferiram não responder 18%. Mesmo com a agressiva campanha publicitária que tenta desqualificar Gladson Cameli, o candidato de oposição só aumentou a diferença para a comunista Perpétua Almeida, que perdeu preciosos pontos desde a última pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi.
Na primeira sondagem realizada pelo Vox Populi, no mês de junho, deste ano, Perpétua aparecia com 46% das intenções de votos. Gladson Cameli tinha 37%. A candidata apoiada por Sebastião Viana, perdeu 14 pontos percentuais, enquanto Gladson Cameli, apoiado por Márcio Bittar (PSDB) e pela maioria dos partidos de oposição, virou o placar das intenções de votos, liderando com folga em agosto.
O candidato progressista vira o jogo a 30 dias da eleição, podendo vencer a disputa, garantindo a segunda vaga do bloco de oposição, no Senado da República.

BRASIL: FRAUDE NO SEGURO-DESEMPREGO

BRASÍLIA — As fraudes no seguro-desemprego acontecem debaixo do nariz do governo em pagamentos indevidos a servidores públicos, sócios de empresas e ocupantes de cargos eletivos, como prefeitos e vereadores. Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU), prestes a ser concluída, descobriu que, no ano passado, pelo menos 812 pessoas receberam o auxílio de forma irregular: 465 são funcionários públicos, 107 tinham vínculo societário ou exerciam atividade empresarial e 240 foram eleitas e assumiram cargos no Legislativo. As fraudes resultaram em prejuízo de R$ 2,5 milhões. O problema com o pagamento indevido de seguro-desemprego a servidores públicos foi detectado pela primeira vez em 2011, quando uma auditoria da CGU identificou 1.242 servidores que receberam o benefício irregularmente, mas nada foi feito no sentido de inibir as irregularidades.
Na auditoria de 2013, foram identificados pagamentos indevidos de seguro-desemprego a servidores de vários ministérios, inclusive do Ministério do Trabalho, que tem a missão de controlar os gastos com o benefício. Do total, 148 servidores estão na administração direta, e o restante está distribuído entre bancos públicos, autarquias, fundações e universidades. Entre os empresários que receberam o beneficio, 60 estão em São Paulo; 13, na Paraíba; 11, no Rio Grande do Sul; e dois, no Rio. O seguro também foi pago a três prefeitos, 11 vice-prefeitos e 226 vereadores. Os nomes dos beneficiados não foram divulgados pela CGU.
As irregularidades foram apontadas a partir do cruzamento de informações relativas ao pagamento do seguro-desemprego em 2013 com o banco de dados do funcionalismo, que é controlado pelo Ministério do Planejamento. Também foram utilizadas como fonte a base do CNPJ da Receita Federal e o cadastro de eleitos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
MÁ-FÉ OU FALTA DE CONHECIMENTO
Na avaliação de fontes do Ministério do Trabalho, o problema ocorre principalmente entre os concursados, que, por má-fé ou falta de conhecimento, negociam a demissão no setor privado e entram com requerimento para receber o seguro-desemprego, acumulando duas fontes de rendimentos com recursos públicos, o que é vedado. Os técnicos alegam ainda que enfrentam dificuldades de acesso ao banco de dados do Planejamento para verificar se os requerentes ao benefício recebem remuneração da União.
Em nota, o Ministério do Trabalho informou que foram abertos 122 processos administrativos para ressarcimento ao erário, dirigidos aos respectivos órgãos para apurar responsabilidades. Além dos processos individuais, a pasta respondeu à CGU que foram instaurados outros 25 processos para que as superintendências regionais de Trabalho apurem o foco dos problemas.
“O Ministério do Trabalho e Emprego, antes do pagamento, cruza as informações com os diversos cadastros e tem solicitando ao MPOG (Ministério do Planejamento), detentor da base Siape (Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos do Governo Federal), permissão para cruzamento automatizado das informações da base de dados do sistema Siape com o seguro-desemprego, para que esse processo de batimento ocorra no ato de habilitação e também no pagamento de cada parcela, com a finalidade de coibir recebimento indevido do benefício”, informou a pasta em nota.
O ministério, no entanto, não informou as providências tomadas em 2011, quando a CGU identificou o pagamento indevido do seguro-desemprego a 1.242 servidores públicos. Também não divulgou valores eventualmente ressarcidos. Em nota, o Ministério do Planejamento informou que não recebeu pedido do Trabalho sobre o pagamento indevido do seguro a esses funcionários: “Quanto à auditoria de 2011, não identificamos qualquer solicitação ao Ministério do Planejamento”, diz a nota.
O texto informa ainda, que, em relação a 2013, o Planejamento editou uma portaria em julho do ano passado, determinando aos órgãos que exigissem dos novos servidores, no ato da posse no cargo público, declaração de que não é beneficiário do seguro-desemprego. Destaca também que foram iniciados os trabalhos para integração dos sistemas dos dois ministérios, para identificar e evitar eventual concessão irregular do seguro-desemprego. “Após análises das equipes técnicas dos dois órgãos, e resguardada a política de segurança da informação estabelecida para o Siape, foi estabelecido um novo modelo para validação das informações sistêmicas que deve ser implantado ainda em 2014”.
O pagamento indevido do seguro-desemprego tem sido recorrente, conforme atesta a CGU, envolvendo trabalhadores do setor privado e servidores públicos. Em 2011, por exemplo, dos 7,168 milhões de auxílios desembolsados, 53.903 foram indevidos, um prejuízo aos cofres públicos de R$ 108,7 milhões. Foram detectados 4.609 beneficiários com vínculo empregatício ativo; 5.006 beneficiários do INSS, 22 mortos, 31.604 sem carteira assinada e, portanto, sem os requisitos para o recebimento do seguro, além de 1.242 servidores públicos.
GASTOS COM BENEFÍCIO CRESCEM 10% ESTE ANO
No relatório da auditoria realizada em 2011, a CGU apontou “fragilidades” no pagamento do seguro-desemprego e alega que os controles são “inadequados e ineficazes”. O órgão destacou ainda o alto grau de rotatividade, de cerca de 80%, no quadro de pessoal do Ministério do Trabalho nos últimos anos, “que em consequência afetou as atividades da unidade responsável pelo seguro-desemprego”.
As fraudes contribuem para aumentar as despesas com o seguro-desemprego, que devem subir 10,35% este ano, atingindo R$ 35,204 bilhões. Para o próximo ano, o gasto está projetado em R$ 40,262 milhões, alta de 14,36%. Os recursos para o pagamento do seguro-desemprego vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que deve registrar déficit recorde de R$ 12 bilhões neste ano e de outros R$ 19,9 bilhões em 2015. A situação financeira cada vez mais complicada do Fundo tem exigido constantes aportes do Tesouro Nacional.
Além das fraudes, outro grande fator de pressão no rombo do FAT é a política do governo de reajuste real do salário mínimo, que afeta também as despesas com o abono salarial (PIS). Segundo dados do Ministério do Trabalho, enquanto a inflação (IPCA) subiu 187% entre 2002 e 2013, o salário mínimo subiu 339% no período. O processo de formalização do mercado de trabalho no Brasil e a alta rotatividade de mão de obra também ajudam a elevar os gastos com seguro-desemprego.
O Conselho Deliberativo do FAT defende que o governo faça investimentos nas agências públicas de emprego (Sine), tanto em sistemas quanto em pessoal, para que esses órgãos sejam mais eficientes na intermediação de mão de obra, no encaminhamento dos trabalhadores a cursos de qualificação e na avaliação prévia sobre o direito dos requerentes ao benefício.




POLÍTICA: CANDIDATO AO SENADO DECLARA RECEBIMENTO DE DOAÇÃO DE R$ 1.400.000,00 DE CONSTRUTORAS

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a segunda prestação de contas parcial dos candidatos às Eleições 2014 no Acre, neste sábado (6). Dentre os dados disponíveis, é possível verificar as doações declaradas por cada candidato para o custeio da campanha.
Dentre os candidatos a governo do estado,Márcio Bittar (PSDB-AC) aparece com o mais elevado valor em doações, R$ 449.302,50. A maior parcela desse valor, segundo o TSE, foi doada por uma construtora, R$ 240 mil. Em seguida, está o candidato Tião Bocalom(DEM-AC), que declarou ter recebido R$ 26.895 mil, totalmente provenientes do fundo partidário.
Candidato à reeleição, Tião Viana (PT-AC) declarou R$ 15 mil de doações, provenientes também de uma construtora. Já o candidato pelo PSOLAntônio Rocha, aparece com R$ 2.800 em doações, provenientes de pessoas físicas.
Entre os candidatos ao Senado, Gladson Cameli (PP-AC) declarou o maior valor em doações, R$ 1.462.800, deste quantitativo mais de R$ 1.400 milhão são advindos de duas construtoras. O restante, de acordo com o TSE, é de doações de pessoas físicas.
Perpétua Almeida (PC do B-AC) declarou R$ 50.050, dos quais R$ 30 mil foram doados por uma empresa de peças de bicicleta e outra parte foi aplicado na campanha do próprio patrimônio da candidata. Já Fortunato Martins Filho (PSOL-AC) declarou R$ 1.500. De acordo com o TSE, a prestação de contas do candidato Roberto Duarte (PMN-AC) foi entregue sem lançamentos de receitas.
Segundo a  Lei nº 9.504/1997, os candidatos são obrigados a entregarem suas prestações de contas periodicamente ao TSE entre os dias 28 de julho e 4 de novembro, caso não cumpram poderão sofrer sanções. Os dados divulgados pela base de dados do TSE poderão ser atualizadas a qualquer momento. A primeira prestação de contas parcial foi divulgada no dia 6 de agosto deste ano.


Fonte: g1acre

ACRE: DEBATE POLÍTICO DO JURUÁ

O que deveria ser um espaço de oportunidade para apresentação de propostas em relação ao futuro e o desenvolvimento do Acre pelos candidatos que se opõem à atual administração no Estado, a realização do primeiro debate ao vivo entre os quatro postulantes ao cargo de governador nas próximas eleições, transmitido pela Rádio e TV Juruá, em Cruzeiro do Sul, na tarde desta sexta-feira 30, foi transformado num palco de agressões contra o governador Tião Viana, candidato à reeleição pela Frente Popular do Acre. As ruas das imediações da sede da emissora em Cruzeiro do Sul foram tomadas por militantes dos partidos e coligações representadas pelos candidatos em debate. 
Tião Viana saiu vencedor do debate porque, durante duras horas do programa, conseguiu apresentar as realizações de Governo e as propostas que pretende para um segundo mandato enquanto os principais candidatos da oposição, Márcio Bittar, da coligação “Por um Acre Melhor”, e Tião Bocalom, da “Produzir para Empregar”, preferiram o ataque com acusações e leviandades. 

O candidato do PSOL, Antônio Rocha, foi o mais cortês em relação a Tião Viana, mesmo deixando claro sua oposição ao governo tanto a nível local como nacional. “É possível fazer oposição sem agressão”, avaliou. Ao final do debate, o candidato Tião Bocalom revelou um ato de traição ao seu candidato ao Senado, o advogado Roberto Duarte: de caso pensado, pediu votos para o candidato ao Senado Gladson Cameli, da coligação de Márcio Bittar.
O debate teve um momento de absoluta saia justa para o candidato Márcio Bittar, quando este falou sobre corrupção no Estado e o comentário recaiu sobre o candidato do PSOL. Antônio Rocha disse que, no Acre, não há que se falar de corrupção sem mencionar aquele que, em sua opinião, foi o maior escândalo da história do Estado, o da conta fantasma “Flávio Nogueira”.
A conta foi operada no Banco do Brasil durante o governo Flaviano Melo (1987 a 1990), que hoje é deputado federal e candidato à reeleição pela coligação de Márcio Bittar, e consistia nos depósitos do dinheiro público em operações financeiras que rendiam até 80 por cento de lucro ao mês, em nome de Flávio Nogueira, um cliente inexistente do Banco, uma pessoa que não existia, para a qual era utilizado um número de CPF falso.
Investigações sobre o escândalo revelaram posteriormente que Flávio é um dos sobrenomes de Flaviano Flávio Batista de Melo, então governador, e Nogueira é o sobrenome do então secretário de Fazenda, Deusdete Nogueira. Consta que os lucros auferidos irregularmente eram divididos entre o então governador e seus principais secretários, entre eles o então chefe do gabinete civil do Governo, o engenheiro Mauro Miguel Bittar, irmão mais velho do candidato Márcio Bittar.
O candidato do PSDB ficou visivelmente constrangido com a observação de Antônio Rocha. Tião Viana desafiou os candidatos a provarem o que diziam em relação às denúncias de corrupção e acrescentou que a chamada Operação G-7, na qual eles se baseiam para acusar o governo, depois de mais de um ano de investigação, ainda não apresentou provas contra as pessoas que foram acusadas e presas pela Polícia Federal em maio de 2013.

“Oposição não tem moral para falar de estradas porque até a Transamazônica deixou destruir”

Outro momento duro do debate ocorreu quando Tião Viana respondeu a Tião Bocalom sobre um possível endividamento do Estado. Tião Viana disse que o candidato da coligação “Produzir para Empregar” desconhece de economia e finanças públicas. “Não dar para debater com alguém que não conhece sequer o Programa de Ajuste Fiscal”, disse Tião Viana, lembrando que o programa foi concebido pelo governo do PSDB, à época de Fernando Henrique Cardoso, e que Tião Bocalom ou Márcio Bittar nunca ouviram falar. “Eu prometo que, saindo daqui, vou providenciar o envio do programa aos senhores, por consideração, porque entendo que não se pode querer governar um Estado sem estudar o básico. Para haver um debate democrático, é necessário ter conteúdo. Chega de demagogia”, acrescentou Tião Viana. Tião Bocalom, que levantara o tema, limitou-se a rir.
Outro momento duro do debate ocorreu quando Tião Bocalom, com o apoio de Márcio Bittar, criticou as obras da BR-364, que liga Rio Branco a Cruzeiro do Sul. O governador e candidato à reeleição falou da importância da rodovia para os vales do Acre e do Juruá e criticou os candidatos de oposição porque, segundo ele, são eles e seus partidos que estão por trás das denúncias em relação à estrada, buscando a paralisação das obras. “Eu pediria aos senhores que me ajudem a buscar em Brasília os meios para concluirmos logo esta rodovia tão importante para a economia e para as relações sociais dos vales do Acre e do Juruá. Hoje, apesar de todas as dificuldades que enfrentamos para a realização das obras, uma pessoa toma café em Rio Branco e almoça em Cruzeiro do Sul. Pode almoçar em Cruzeiro do Sul e à noite jantar com sua família em Rio Branco. As mães do Acre e do Juruá já não vivem apartadas de seus filhos graças à nossa luta, do Jorge Viana, do Binho Marques e do nosso Governo para realizarmos uma obra que começou ainda no governo do presidente Juscelino Kubistchek, que viveu alguns avanços no governo do saudoso Orleir Cameli e que só foi levada adiante sob os nossos governos”, disse Tião Viana.
Para o governador, Márcio Bittar e Tião Bocalom não têm moral para falar de estradas porque os partidos que eles representam e que governam o Estado do Amazonas deixou destruir, por exemplo, a rodovia que ligava Porto Velho, em Rondônia, a Manaus, a Transamazônica. “Está lá, coberta de mato e intrafegável. Se fosse fácil fazer e manter estrada na Amazônia, eles não teriam abandonado a Transamazônica”, disse.

“Debater, para mim, não é mentir nem agredir adversários”

O governador reagiu às agressões com argumentos e mostrando as falhas dos estados governados pelos partidos representados por Márcio Bittar e Tião Bocalom. Em relação às críticas aos baixos salários pagos a professores e policiais, como acusaram o dois candidatos de oposição, Tião Viana disse que o Acre paga melhor seus profissionais que o Paraná e São Paulo. “Ainda não temos os salários ideais, mas pagamos melhor os nossos policiais militares e professores que os estados ricos governados pelos partidos dos senhores”, disse Tião Viana. “São Paulo paga o pior salário de médico do país”, acrescentou.
Às críticas de Tião Bocalom e Márcio Bittar sobre violência, alegando que o Estado perdeu a guerra para os bandidos, Tião Viana mostrou índices revelando que o Acre é entre os membros da Federação que respostas mais rápidas oferece em relação a crimes contra a vida e contra o patrimônio, e o que mais prende seus deli quentes. “Infelizmente, vivemos numa fronteira de países produtores de droga e a luta é grande contra um problema de natureza gigantesca. Mas nós estamos lutando. Os candidatos de oposição, que não estudam e não conhecem o Acre, não sabem que em Porto Walter, aqui mesmo no Juruá, não há crimes de homicídio desde 2012”, disse o governador.
Tião Viana se despediu do debate no Juruá elogiando a iniciativa da emissora promotora do evento e disse que a oposição não se recicla e que há 16 anos repete os mesmos chavões e acusações, sem observar as transformações que o Estado viveu. “Eu quero, daqui por diante, participar de debates sem ódio, sem agressões. Quero construir um segundo mandato de mãos dadas com a nossa gente, ouvindo, dialogando e aprendendo. Um mandato de união, tão bem simbolizada por esta ponte que construímos aqui no Vale do Juruá. Debater política, para mim, não é mentir, não e agredir…”, disse.
Por Tião Maia

sábado, 6 de setembro de 2014

JORDÃO: POLÍTICA DE FOFOCAS

O Acre vive um momento especial nesta caminhada de renovações e propostas para ‘melhorias’ do estado. Cada novo discurso, cada nova caminhada enfatizam melhorias em todas as áreas de interesse público coletivo.
Em nosso pequeno município, isolado por sua localização geográfica, difícil acesso para a maioria dos acrianos, torna-se alvo de figuras desconhecidas no cenário local.
“AVENTUREIROS” e pessoas sem compromisso com o município distorcem e deturpam o pensamento local, transformando a boa e velha POLÍTICA em ‘manobras’, ‘recalques’ e ‘desventuras’ que visam a atender apenas os seus interesses pessoais, deturpando os laços aftivos e vínculos familiares existentes há anos.
Velhos e novos candidatos, representados por algumas “LIDERANÇAS FARRAPAS”, numa empreitada árdua transformam a realidade desta pacata e acolhedora cidade em um verdadeiro cenário de fofocas e intrigas; visam destruir relacionamentos criados ao longo de anos de convivência, CONSTRUÍDOS com ações de carinho, apreço e amor.
Aos irresponsáveis por estas INFÂMIAS é bom lembrar: eleições ocorrem de dois em dois anos e o “inimigo” de hoje poderá ser seu aliado amanhã! Por isso, torne-se um dos que veem a política como coisa séria, que conseguem visualizar situações problema e soluções aceitáveis.
Aos munícipes de Jordão, que residem e possuem uma identificação com esta cidade lembrem-se: quem vem aqui de quatro em quatro anos dá tapinhas nas costas e criar um mundo de ilusões, nossa realidade é apenas algo que não merece, para eles, a devida atenção merecida! Basta lembrar-se da nossa Luz, luta de prefeitos e vereadores, que agora que começa a engatinhar! Nossa água, que só tem melhorias na planilha! Nossas ruas que engatinham como um bebê!
“Política se faz com projetos, ouvindo a população de cada comunidade, ouvindo os ribeirinhos, atendendo aos povos indígenas da mesma forma que se atende às autoridades do governo! Visitas sem projetos, sem programas, sem planos para nossa cidade, não passam de especulações e estratégias para angariar nossa voz da vez: O VOTO! Por isso, CUIDADO, PENSE BEM, VOTE BEM! Veja e verifique o passado de cada candidato! Será que os erros do passado e as acusações do presente não são reais?” – Tom Sérgio.